atualizado em 11/07/2025
Com o aumento dos casos de transtornos mentais e a entrada da nova NR-01, o SeconciPR decidiu fortalecer sua equipe com a psiquiatra Dra. Thais Cristiane Inushi. A presença dela no time é essencial para atender às novas exigências e apoiar nossos trabalhadores, muitas vezes expostos a situações de estresse, pressão e desgaste emocional. Queremos oferecer suporte especializado para promover a saúde mental no ambiente de trabalho.
Conheça a Doutora:
Sou a Dra. Thais Cristiane Inushi, formada pela Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná em 2019. Em seguida, fiz residência em psiquiatria na Clínica Heidelberg por três anos, onde me mantive atuante desde então. Atualmente, trabalho em consultório particular, sou preceptora na Heidelberg e na Faculdade Positivo, e atuo na área ocupacional da Câmara dos Vereadores, avaliando funcionários, terceiros e vereadores. Iniciei meus atendimentos no SeconciPR recentemente, às terças-feiras pela manhã.
O que faz um Psiquiatra?
O psiquiatra trata dos transtornos mentais — não só os casos mais graves, mas também ajuda pessoas funcionais que desejam viver com mais calma. Seu papel é orientar quem tem pequenas alterações emocionais, promovendo melhor qualidade de vida.
Qual a importância da Psiquiatria?
A psiquiatria devolve a funcionalidade e a qualidade de vida ao paciente. Seu objetivo é restabelecer a personalidade verdadeira de cada pessoa — reforçando que o remédio não muda quem você é, mas revela quem você realmente é.
Quais são as queixas mais comuns?
- Transtornos de ansiedade;
- Depressão;
- Uso de substâncias (maconha, crack, cocaína, álcool, cigarro), que cresceu na pandemia;
- Jogo patológico, com aumento de apostas em cassinos e plataformas online.
Quando é hora de ficar alerta?
Procure orientação psiquiátrica quando houver prejuízo significativo na rotina: desânimo profundo, tristeza constante, falta de higiene, abandono de estudos ou trabalho, e perda de prazer em atividades antes apreciadas.
Cuidados importantes para o trabalhador da construção civil:
Estilo de vida é o mais significativo, aquilo que todos sabemos mas pouco fazem, atividade física, um sono bem regulado, estresse de ambientes que não é positivo para você, ou objetivos que não são possíveis de alcançar.
Há novidades no tratamento da área?
Talvez não seja exatamente uma novidade, mas sim uma empolgação. Algo que me anima bastante na psiquiatria hoje é ver como o estigma está diminuindo. Ainda existe muito preconceito, sim, mas percebo que as pessoas estão mais abertas a procurar ajuda, a conversar sobre saúde mental e a entender que transtornos mentais fazem parte da vida de muita gente. É bom ver essa mudança acontecendo aos poucos — tanto nos pacientes quanto na sociedade em geral.
Esse tipo de transformação tem sido percebido também por especialistas e organizações de saúde. No Brasil e em outros países, iniciativas que promovem o diálogo aberto sobre saúde mental ajudam a quebrar o preconceito e a incentivar o cuidado emocional. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reforça essa importância na campanha "Faça sua parte", que estimula a empatia, o acolhimento e o fim do estigma sobre transtornos mentais. Saiba mais clicando aqui, ou veja o vídeo abaixo.







